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Normal Lifestyle

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Fusilli cremoso com cogumelos e queijo

No outro dia o meu cozinheiro preferido o F. fez um jantar óptimo. Baseou-se na receita que partilhei com ele mas claro que deu o seu toque especial. 

Ingredientes:

  • 2 chávenas de massa fusilli
  • 1/4 de couve flor
  • 2 dentes de alho
  • azeite q.b.
  • 2 colheres de sopa de leite
  • sal e pimenta q.b.
  • manjericão q.b.
  • 150g cogumelos
  • queijo ralado a gosto

Preparação:

  1. Pré-aquecer o forno a 180ºC
  2. Cozer a massa e reserve num pyrex de ir ao forno
  3. Cozer a couve flor até ficar macia mas não muito cozinhada
  4. Saltear o alho em azeite e adicionar a couve flor
  5. Colocar o preparado anterior juntamente com o leite, duas colheres de sopa da agua da cozedura da couve flor, sal e pimenta num liquidificador ou robot de cozinha e transformar em puré.
  6. Saltear os cogumelos
  7. Juntar tudo com a massa, os cogumelos e o puré de couve flor
  8. Colocar queijo ralado por cima, pode ser o queijo que mais gostarem. Nós colocámos queijo mozarela a cobrir bem o topo do pyrex
  9. Levar ao forno para gratinar
  10. Polvilhar com folhas de manjericão e servir.

 

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Fica aqui mais uma ideia para um jantar bastante aconchegante, utilizando mais uma vez a couve flor, que nunca era utilizada cá em casa e agora estamos fãs. E uma ideia de receita sem carne. 

Caju caramelizado

Hoje vou falar-vos de uma experiência que fiz com um resto de caju que tinha cá em casa.

Aqui em Moçambique existe muito caju, aliás só comecei a gostar de caju quando provei o caju daqui. O meu prefiro é o caju picante, mas o mais comum encontrar-se é o caju torrado, em venda ambulante.

Eu nem conhecia como era o fruto do caju, na realidade o que chamamos caju é a castanha de caju, caju é o fruto. Cada caju tem uma castanha de caju. 

Agora vamos para a receita que fiz para aproveitar o caju que tinha cá em casa que já estava um bocado mole. Fiz tal e qual esta receita mas com caju.

 

Ingredientes:

  • 100g de castanhas de caju
  • 45g de açúcar amarelo
  • 5g de manteiga
  • 1/2 colher de chá de canela
  • 5g de água

Preparação (em robot de cozinha- eu fiz na bimby)

  1. Pré-aquecer o forno a 180ºC
  2. Colocar no copo da bimby as castanhas de caju com a manteiga, o açúcar e canela - 5min. / varoma/ vel.1/ colher inversa.
  3. Adicionar a água - 7min. / varoma/ vel.1/ colher inversa.
  4. Colocar o preparado num tabuleiro forrado com papel vegetal e levar ao forno cerca de 15min. Mexa a meio do tempo.

 

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Parece que não tem muito bom aspecto, mas estavam muito boas.

 

Biscoitos de Aveia

Por vezes sou um bocado gulosa, então para chocolate e biscoitos ... mas a receita que vou partilhar hoje não tem chocolate.

No outro dia experimentei uma receita que vi aqui, não fiz a receita tal e qual mas quase. Adoro introduzir aveia nos bolos e biscoitos, já não é a primeira vez que tinha experimento mas esta receita foi a que funcionou melhor.

 

Ingredientes:

  • 150gr de aveia
  • 80gr de açúcar amarelo
  • 100gr de farinha
  • 80gr de margarina
  • 1/2 colher de chá de canela
  • 2 ovos
  • 2 raspas de limão (consoante gostem ou não podem pôr mais ou menos)

 

Preparação (em robot de cozinha- eu fiz na bimby):

  1. Pré-aquecer o forno a 180ºC
  2. Pulverizar o açucar com a casca de limão - 10seg. vel.8
  3. Juntar a margarina e os ovos - 1min. vel.4
  4. Adicionar a farinha e a canela - 10seg. vel.4
  5. Colocar o preparado numa taça e adicionar a aveia e envolver
  6. Num tabuleiro untado ou forrado com papel vegetal formar montinhos com a massa (pode ter a forma que desejarem)
  7. Vai ao forno 15min. ou quando começarem a ficar torradinhos.

 

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É uma receita que agradou a todos cá em casa principalmente ao baby F.

 

 

Sushi em Maputo

Ainda não falei aqui no blog, mas tanto eu como o F. adoramos sushi. E eis a nossa preocupação quando chegámos aqui, será que vamos encontrar sushi de qualidade?

Foi difícil, após duas tentativas em dois restaurantes, à terceira foi de vez encontrámos um sushi razoável que não fica nada atrás que muitos em Portugal.

Estou a falar do clube Naval, que tem um restaurante que serve variadíssimos pratos, mas também tem uma carta de sushi. Quando pedimos não estávamos com uma grande expectativa mas gostámos, estando neste momento este restaurante ao nível do sushi no pódio. 

 

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O clube Naval como podem ver aqui, não tem só o restaurante, tem uma piscina e campos onde se podem praticar diferentes modalidades, e principalmente o clube onde se pratica vela, pesca entre outros.

As outras tentativas não tão bem conseguidas foram no Zambi e no Aska.

O Zambi é um dos meus restaurantes preferidos, em muitos aspectos, pela decoração, ambiente e comida. É sempre uma refeição certamente bem passada neste restaurante. Têm uma carta com variadíssimos pratos e têm um buffet de sushi. O buffet de sushi, não posso dizer que é mau, mas eu para sushi já tenho a fasquia muito elevada. Posso dizer que serve um sushi normal, que por mais que coma parece que sabe tudo ao mesmo. Têm no buffet carpaccios muito bons, isso é um ponto a favor. A nível de sushi está em segundo lugar em Maputo.

 

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O restaurante Aska foi o primeiro restaurante onde fomos experimentar sushi, visto ser um restaurante japonês. Íamos com uma grande expectativa porque já nos tinham dito que era muito bem, gostei bastante do espaço, estava cheio e com muito chineses o que ainda aumentou mais a minha expectativa. Sushi com óptimo aspecto, fresco, mas acompanhado com soja de chinês. Não há nada pior, era um crime comer aquele sushi com a aquela soja. Daí a pontuação deste restaurante ter ido por ali abaixo. Acho que vou dar uma segunda oportunidade, mais que não seja aos outros pratos que tinham bastante saída que eu também adoro, noodles.

 

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Próxima paragem para experimentar sushi vai ser no hotel Polana que já que disseram que é o melhor, estou ansiosa. Pode ser que o pódio venha a ser ocupado por outro vamos ver. 

 

 

 

 

Ponta de Santa Maria

Este fim de semana foi prolongado, porque aqui em Moçambique quando os feriados calham ao domingo passam para segunda. Fomos passar estes dias à Ponta de Santa Maria com um grupo de amigos. Tivemos que arranjar um barco que nos levasse para lá, pois a viagem de barco é bastante mais rápida, cerca de 1 hora. O baby F. adorou andar de barco, assim que o barco arrancava já estava a dormir e só acordava quando chegávamos.

 

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Ficámos no lodge Nhonguane, gostei imenso, a casa estava muito bem equipada e nunca nos faltou nada. A casa localizava-se no meio da imensa vegetação mas a um passo da praia, não nos faltava mesmo nada.

 

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Tivemos que levar tudo de comida de Maputo, lá só se consegue arranjar peixinho acabado de pescar. Fomos prevenidos então com comida para fazer no churrasco.

 

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O baby F. adorou este passeio porque teve praia e conseguiu estar sempre ao ar livre e em contacto com a natureza. E o que ele adora a areia, até comia areia. Além da água do mar o lodge tinha uma pequena piscina que o baby F. adorou. 

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As casas do lodge são bastante tranquilas e sempre que precisávamos de alguma coisa chamávamos as "Mamãs", ou para lavar a loiça, ou para nos arranjar alguma coisa que nos faltava, para acender o lume do churrasco e o mais impressionante para nos levar as malas para o barco (que não eram poucas, com o baby levamos sempre a casa atrás). As "Mamãs" levavam sempre as malas na cabeça, é impressionante.

Foi um fim de semana muito bem passado e uma experiência definitivamente a repetir.

 

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"Arroz" de couve flor

Há muito tempo que andava para experimentar fazer este "arroz" de couve flor e no outro dia experimentei e tanto eu como o F. ficámos fãs.

Nunca comia couve flor porque não gostava da couve flor simplesmente cozida e também não sou muito fã de couve flor na sopa, mas agora já sei como comer couve flor. É sem dúvida uma boa alternativa ao arroz tradicional.

 

Eu fiz da seguinte forma:

Ingredientes:

  • 1 couve flor
  • 1 cebola 
  • 1 dente de alho 
  • azeite
  • sal e pimenta q.b.
  • coentros frescos

Preparação:

  1. Separar os raminhos da couve flor e colocar num robot para triturar. Eu coloque na bimby na velocidade 5 e triturei até a couve ficar toda com um tamanho superior ao do arroz.
  2. Picar a cebola e o dente de alho e depois saltear em azeite.
  3. Adicionar a couve flor e temperar com sal e pimenta.
  4. Cozinhar uns 5 minutos, retirar e acrescentar os coentros frescos picados.

Fica um óptimo acompanhamento para uns bifes de frango por exemplo.

 

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Chilli de Abóbora

Ontem fiz para o jantar Chilli de Abóbora, sim estão a ler bem :) E ficou delicioso modesta a parte, o F. adorou também e estava bastante reticente quando lhe disse o que ia fazer para o jantar.

Baseei-me nesta receita original que podem ver aqui. Adoro as receitas da Joana Roque e os livros dela são bastante práticos.

Eu fiz umas ligeiras adaptações também de acordo com o que tinha na dispensa.

  

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Ingredientes:

  • 200g de abóbora cortada aos cubos
  • 1 cebola picada
  • 1 dente de alho
  • coentros
  • 1 lata pequena de feijão branco
  • meia lata de tomate pelado aos cubos
  • piri piri em pó
  • sal e pimenta q.b.
  • azeite 

Preparação:

  1. Picar a cebola e o alho e refogar no tacho com um pouco de azeite.
  2. Acrescentar o tomate e depois a abóbora aos cubos. 
  3. Para a abóbora cozinhar, acrescentar água para cobrir a abóbora e temperar com sal, pimenta, piri piri e coentros.
  4. Quando a abóbora já estiver cozinhada acrescentar o feijão e deixar cozinhar mais uns minutos, se necessário acrescentar mais água.
  5. Por fim acrescentar coentros frescos e servir com arroz branco.

Uma receita fácil, rápida e deliciosa.

 

 

 

Bebés em Moçambique parte 2

Passado umas semanas de ter chegado deparei-me com o dilema de pôr o baby F. na creche ou contratar uma ama para ficar com ele em casa. A decisão foi rápida e unânime em colocá-lo na creche por várias razões, primeiro o baby F. adora estar com outras crianças e ia fazer-lhe bem conviver com outros bebés e segundo era uma forma do baby F. não passar tanto tempo em casa. Claro que depois existiam os medos de como ele iria reagir, se ia gostar de ficar na creche se ia ficar a chorar e claro também existia o medo de como eu iria reagir com esta separação, pois ele sempre esteve comigo 13 meses inteiros com o mimo e atenção toda da mamã. Tomada a decisão chegava o momento de começar a ver de creches minimamente parecidas com o que existe em Portugal.

Fomos ver 3 creches com donos portugueses a Free Time, o Balão Mágico e o Pequeno Abraço. A creche Free time tinha muito pouco tempo de existência, mesmo poucos meses, mas estava bem pensado com muitas actividades e tinha uma particularidade, era bastante flexível no horário sem ter que pagar prolongamento. Esta localiza-se perto da escola Portuguesa. Acabámos por não optar por esta porque ainda tinha pouco tempo de existência. O bom desta creche é que as educadoras são portuguesas.

O Balão Mágico é uma creche bastante maior é com bastantes anos de existência, gostámos das condições mas achamos que seria melhor para quando ele fosse mais velhinho, em que pudesse usufruir de todo o espaço exterior.

O Pequeno Abraço foi a creche que gostámos mais pois foi a reuniu mais aspectos positivos, tem uma sala enorme para os bebés e é a que tem mais educadoras por sala. Foi nesta então que o inscrevemos em meio tempo, só de manhã, todas as creches aqui têm essa opção. 

O primeiro dia de creche foi há quase um mês, e não poderia ter corrido melhor, nunca chorou e vem sempre contente da escola, o que me deixa muito feliz e descansada. Para mim também não me custou tanto porque são só as manhãs que estou sem o meu baby e sempre aproveito para tratar de algumas coisas.

 

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Páscoa em Cape Town

Este ano fomos passar a Páscoa e o meu aniversário a Cape Town. Fomos 5 dias e souberam a pouco, mas deu para visitar muita coisa pelo menos os locais principais.

Fica aqui o roteiro que fizemos nestes dias.

No primeiro dia já chegamos no final da tarde e deu só para dar uma voltinha perto do hotel e fomos jantar a Waterfront, que é uma zona que tem shopping que tem todas as lojas que estamos habituados e mais algumas e fica numa zona muito gira e movimentada que é uma marina. É mesmo um ponto a passar obrigatoriamente, porque tem uma grande oferta de restaurantes e tem lojas. Em Cape Town deve-se marcar sempre o restaurante senão têm que penar muito tempo nas filas de espera e aqui janta-se muito cedo.

 

O segundo dia começou logo com a ida ao Table Mountain, mesmo com o bilhete comprado antecipadamente na internet ficámos numa fila enorme para subir no teleférico mas compensa, pois quando se soube aquilo é mágico, desde o microclima á vista fantástica sobre Cape Town.

 

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De seguida fomos almoçar a Camps Bay, uma praia muito gira com as montanhas lá atrás, gostei muito mesmo desta zona, tínhamos saído do frio da montanha e chegado ao verão. Seguimos o passeio por Sea Point, uma zona muito verdinha à beira mar.

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Jantámos no restaurante Beluga em que a especialidade é sushi, dizem que é dos melhores mas não ficámos fãs.

 

No terceiro dia, fomos passear para o centro da cidade na Long Street onde depois encontramos um mercado de artesanato bastante engraçado, almoçámos nesta zona e depois passámos por Bo-Kaap que é conhecido pelas suas casas coloridas. Voltámos depois para Waterfront, onde descobrimos outra feira de artesanato ainda mais gira dentro de um pavilhão e com bastante pinta. Aí comprámos imensas coisas para decorarmos a nossa casa de Portugal. 

No quarto dia fomos para Sea Point, o famoso Cabo da Boa Esperança, fica ainda distante do centro, mas a viagem é linda indo pela Chapman's Peak Drive, é uma viagem sempre com o mar mesmo ao lado. Passámos por praias muito lindas. O ponto alto deste dia para o baby F. foi quando fomos ver os pinguins a Boulders Beach, eu própria senti-me uma criança nunca tinha visto tantos pinguins juntos e ainda por cima no seu habitat.

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No quinto e último dia fomos visitar o jardim botânico Kirstenbosch, o baby F. adorou brincar na relva, o tempo também ajudou e foi uma óptima forma de terminar a nossa estadia.

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Aconselham vivamente se tiverem oportunidade de visitarem Cape Town.

 

Restaurante Marisqueira Sagres

Uma das coisas óptimas aqui em Moçambique é que se come muito bem, principalmente um bom camarão ;)

No outro dia fomos pela primeira vez ao Restaurante Marisqueira Sagres que deve ser um dos restaurantes mais antigos aqui em Maputo, os donos são portugueses para variar.

Localiza-se na Avenida Marginal mesmo sobre a praia, localização óptima para desfrutar da refeição em familia.

De entrada pedimos uma dose que amêijoas, que veio uma panela gigante cheia de amêijoas, nem conseguimos acabar, mas estavam muito boas.

O baby F. adorou, comeu o seu peixinho grelhado e pedimos também uma espetada de mariscos que estava excelente e muito fresquinha.

Regra geral gostámos muito do restaurante e será certamente para repetir.

Fica a falha de não ter nenhuma foto do local nem da comida.